No escurinho daquele teatro lindo, lotado, uma energia boa, como se todo mundo estivesse compartilhando da mesma brincadeira: eu também virei criança, bati palmas acompanhando as músicas, ri dos cacos, dos trejeitos dos atores, ri até das minhas próprias piadas, como se não fosse eu que tivesse escrito (boba, né?)
Enfim, a sensação de se ver um texto teatral que você escreveu pulsando lá no palco eu prefiro não descrever com palavras, mas com imagem. É assim:



