domingo, 6 de junho de 2010

Bem, chegamos no dia da estréia. Como eu já sabia como a peça estava, minha atenção se voltou para o público. Como as pessoas iam receber tudo aquilo? Será que iam gostar? As crianças, as crianças, eu queria ouvir as crianças...a peça é para elas, e elas são sábias, elas poderiam me falar se tudo saiu bem.
No escurinho daquele teatro lindo, lotado, uma energia boa, como se todo mundo estivesse compartilhando da mesma brincadeira: eu também virei criança, bati palmas acompanhando as músicas, ri dos cacos, dos trejeitos dos atores, ri até das minhas próprias piadas, como se não fosse eu que tivesse escrito (boba, né?)
Enfim, a sensação de se ver um texto teatral que você escreveu pulsando lá no palco eu prefiro não descrever com palavras, mas com imagem. É assim:


2 comentários:

Sandra Ronca disse...

ehehhehe!!!!!!!
Tava tudo lindo!

ARNALDO disse...

Pena, não pude ir mas voce me fez lembrar desses contos antigos de Andersen, alguns até meio sombrios mas sempre instigantes...parabéns, mas não vou te elogiar muito para não se acomodar...queremos mais!!!